São falsos e mesquinhos,
Vivem para as asas às mulheres arrastar.Alguns mais parecem palhaços,
Pois um rabo de saia não podem avistar.
Seja loira ou morena,
Branca ou negra tanto faz.
Interessa é mais uma conquistar,
os seus intentos realizar,
E mais uma pra cama levar.
Para conseguirem os seus intentos realizar,
Mentem e prometem o que não podem,
E se a mulher acreditar,
Nem os anjos a conseguem salvar.
Tem sido assim comigo ultimamente,
Com galinhões com as asas a arrastar,
Deles sinto raiva e quero distância.
Fico atenta e atempadamente,
Levando-os a se desacreditar.
Vou assim colecionando desilusões,
A revolta, o ódio e a desconfiança a aumentar.
E em nenhum consigo já confiar.
E se pensam que me enrolam,
Que acredito no que dizem,
Estão redondamente enganados,
Esta não é fácil de manipular.
E não se deixa já enganar.
Deixo-os calmamente falar,
E em pouco tempo oiço sininhos a tocar,
sorrio e penso pra comigo,
Mais um a aldrabar.
Se todos iguais serão.
Temo que nunca mais em nenhum consiga confiar.
Leva-me isso a adivinhar,
Que sozinha irei ficar.
Pois em paz prefiro estar.


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